Como escolher a meia de compressão ideal para prevenção de trombose?
Quando falamos em trombose, estamos falando de algo sério: a formação de coágulos dentro das veias, principalmente das pernas, que pode causar dor, inchaço e, em casos mais graves, embolia pulmonar.
A boa notícia é que uma das formas mais simples e eficientes de prevenção é o uso correto da meia elástica de compressão graduada, sempre com orientação profissional.
Há mais de 10 anos a Ada Medical atua com foco nas áreas da saúde (cirúrgico, ortopédico, beleza e bem-estar), acompanhando de perto médicos, fisioterapeutas e pacientes no dia a dia.
Essa experiência mostra, na prática, que escolher o modelo certo faz diferença não só na eficácia, mas também no conforto e na adesão ao tratamento.
Como entender os diferentes níveis de compressão
Nem toda meia de compressão é igual. A diferença principal está na pressão exercida, medida em mmHg. Em geral, níveis suaves e moderados são indicados para prevenção, viagens longas e quem passa muitas horas em pé ou sentado.
Já as compressões mais altas costumam ser prescritas para casos diagnosticados, como varizes importantes, trombose prévia ou pós-operatório.
Aqui entra um ponto essencial: a meia anti-trombose não deve ser escolhida “no olho” ou só pela sensação de aperto.
Compressão demais pode incomodar e até prejudicar quem tem problemas circulatórios específicos; compressão de menos pode não oferecer a proteção esperada. Por isso, o ideal é sempre alinhar a escolha com seu médico ou cirurgião vascular, levando em conta histórico clínico, exames e rotina.
Comprimento, tamanho e modelagem: o que muda na prática?
Outro fator decisivo é o comprimento: até o joelho, 3/4, 7/8 ou modelo panturrilha. Para prevenção de trombose associada a viagens ou longos períodos sentado, as opções abaixo do joelho costumam ser suficientes, desde que bem ajustadas à perna. Já em cirurgias, gestação de risco ou casos específicos, o profissional pode indicar comprimentos maiores.
O tamanho também não é universal. Meias de qualidade exigem medidas de circunferência (tornozelo, panturrilha e, às vezes, coxa) e comprimento da perna.
Isso garante que a compressão comece mais forte no tornozelo e vá diminuindo em direção à coxa, o que favorece o retorno venoso.
Nada de “comprar pelo número do calçado”: ajuste inadequado é um dos principais motivos de desconforto e abandono do uso.
Por que a escolha da marca e do material faz diferença?
Ao escolher sua meia de prevenção, vale olhar além do preço. Modelos de marcas consolidadas, como a meia Venosan, investem em tecnologia têxtil para manter a compressão estável ao longo do dia, além de oferecer tramas mais respiráveis, opções estéticas variadas e maior durabilidade. Isso impacta diretamente no conforto, especialmente se você precisa usar a peça muitas horas por dia.
Materiais com boa elasticidade, toque mais macio e costuras bem posicionadas reduzem o atrito na pele e ajudam quem tem sensibilidade, obesidade, edemas ou passa por pós-operatório.
Outro ponto importante é seguir corretamente as orientações de lavagem e substituição, já que o desgaste natural do tecido diminui a eficácia da compressão com o tempo.
Quer receber orientação especializada?
Se você está em dúvida sobre qual modelo escolher para prevenção de trombose, conte com quem entende do assunto.
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